Uma Visão mais Científica do Processamento

        Dentro de uma planta industrial o processamento pode ser visto sob a ótica operacional. Por exemplo, na laminação a quente, lingotes reaquecidos são transportados até a primeira cadeira de laminação, tendo a suas espessuras reduzidas ao passar pelos cilindros, em seguida conduzidos até a segunda cadeira com a velocidade de deslocamento imposta pelos primeiros cilindros. Esse procedimento prossegue até a última cadeira de laminação. Assim, o processamento ocorre com reduções na geometria do produto, em temperaturas decrescentes, com velocidades que variam em cada passe, tendo um tempo de espera entre cada uma das deformações.

Todavia, esse mesmo procedimento pode ser descrito através de parâmetros científicos: o processamento ocorre em sequências de deformações, em resfriamento contínuo, com deformações e taxas de deformações que variam em cada passe, tendo um dado tempo de espera entre cada passe. Durante as deformações o material é encruado, aumentando a energia armazenada. Como o processamento ocorre em altas temperaturas, a microestrutura é instável recuperando e recristalizando tanto durante a deformação quanto nos intervalos entre deformações. Como consequência a microestrutura é alterada continuamente durante o processamento metalúrgico.

 

 

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